Recorde as incidências do encontro
Petit (treinador do Santa Clara):
"Foi um jogo muito amarrado, em que as duas equipas se encaixaram mutuamente. Não houve muitas oportunidades durante o jogo todo. Muito vento, o que complicou um bocadinho o jogo. Falei ao intervalo aos jogadores e disse que o jogo podia ser decidido numa bola parada ou numa jogada individual, onde um jogador podia tirar um coelho de cartola e resolver.
Soube bem, mas é fruto do trabalho destes jogadores. (…) Acabámos por ser felizes com mérito, com ambição, por ir sempre à procura do ataque.
Vimos de cinco jogos sem perder, dois empates e três vitórias seguidas. Agora dá-nos mais responsabilidade, mais ambição e mais querer em dar continuidade a este bom momento. Ter sempre os pés bem assentes na terra porque ainda falta muito campeonato. Queremos sempre olhar para cima. Agora, é descansar. Estes jogadores vêm de uma época desgastante".
César Peixoto (treinador do Gil Vicente):
"Foi um jogo difícil. Sabíamos que ia ser, até pelo clima, pelo vento e pelo próprio relvado em si. Mas acho que foi um jogo equilibrado em que nós fomos uma equipa que tentou ligar jogo. Apesar de não conseguirmos enquadrar remates na baliza, acho que fomos uma equipa que tentou jogar.
O resultado acaba por ser injusto, mais uma vez da forma como foi: um pormenor a terminar, quando o jogo já estava praticamente terminado. Dói mais quando é assim, mas isso tem de nos dar é raiva para reagirmos rapidamente e percebermos que, por vezes, esse tipo de coisas acontecem. Temos de reagir com força.
A equipa fez um bom jogo. Dentro das dificuldades que existem, quer climatéricas e de tudo o que envolve jogar aqui nos Açores nesta fase e neste dia - porque até o avião teve dificuldade em aterrar -, fizemos um bom jogo. Acho que o resultado justo seria o empate”.
