Recorde as incidências da partida
Na flash interview
Análise à partida: "Foi um jogo difícil e sabíamos que ia ser. Os jogos depois da Champions são sempre difíceis. Contra uma boa equipa. Até acho que independentemente de nos faltar alguma inspiração, que faltou, o Nacional tem um lance que podia ter sido golo na 1.ª parte, na 2.ª tem dois. Penso que foi a equipa mais bem organizada aqui em Alvalade. Dificultou-nos a vida. Deram-nos espaços que devíamos ter explorado melhor. Fomos algo lentos na construção, tivemos dificuldades nessa inspiração. Vontade e crença existem sempre e foi demonstrativo. Acreditámos até ao fim. Não finalizámos algumas oportunidades da melhor forma. Mas por tudo do que fizemos, mesmo com a falta de inspiração, acaba por ser justo".
Ausência de Hjulmand: "O Morten, por decisão nossa, optámos por deixá-lo de fora para o proteger de alguma forma. É um não-assunto, jogará com toda a certeza contra o AFS e será titular."
Proteger Hjulmand de quê? "Para o deixar de fora. Foi uma decisão de nós. Dentro dos motivos pessoais, achámos melhor deixá-lo de fora".
Trincão no banco: "O Trincão saiu com queixas no jogo com o Ath. Bilbao e era obrigatório geri-lo aqui. A equipa acaba por conseguir responder às ausências".
Risco de exclusão para Pedro Gonçalves e Luis Suárez: "Motivo de alívio é ganhar. O jogo mais importante era este. Agora vamos ter o AVS, que pode colocar-nos nas meias-finais da Taça. E esses são os mais importantes. Nem sequer pensei nos amarelos. Claro que eles, indiretamente, talvez se protejam, isso faz parte. Mas a minha preocupação era ganhar ao Nacional".
Alisson fez a despedida? "É jogador do Sporting, só isso".
E vai continuar a ser? "É jogador do Sporting. São todos".
Dois jogos numa semana. Como os encara? "Com a responsabilidade que têm. Um poderá dar-nos as meias-finais, uma competição que queremos muito voltar a disputar a final e conquistar. E um jogo depois, no Dragão, não digo decisivo, mas muito importante para o decorrer do final da época".
Na conferência de imprensa
Crença da equipa: "Jogo difícil contra uma boa equipa, organizada, que usou uma boa estratégia, a mesma que já usou na Madeira, onde tivemos também algumas dificuldades e não percebemos os espaços que nos davam e hoje também não. Eles com um bloco médio-alto a condicionar a primeira etapa e nós precisávamos de gente para variar bolas do lado contrário e de criar situações de um para um. Eles conseguiram condicionar-nos nesse sentido de alguma forma, também faltou disponibilidade nossa. Os nossos jogadores davam-nos coisas, mas não davam outras e houve essa falta de inspiração. O Nacional tem um escorregão em que podiam ter feito o 1-0, não tem mais nada que me lembre. Na segunda parte, tem o golo e outro remate. Nós não tivemos o caudal ofensivo que costumamos ter com situações de finalização, mas fomos criando essas situações, não as concretizamos da melhor forma e isso também cria ansiedade. Jogos depois da Champions são sempre difíceis, mas a crença, personalidade e caráter de acreditar até ao fim estiveram lá, com os adeptos a serem novamente importantes. Vitória de mérito contra uma equipa muito competitiva em organização, mérito deles, jogo difícil, mas conseguimos ganhar".
Matheus Reis vai sair? "O Matheus é jogador do Sporting, tão simples quanto isso."
Regresso de Nuno Santos: "Fico muito feliz por vê-lo, ficamos todos. É um jogador importante com um passado importante, faz parte dos capitães, é dos mais velhos e a competitividade dele todos a reconhecem. Vem de uma lesão longa, difícil, e poucos conseguiram voltar como ele voltou, muitos poucos. A resiliência dele é infinita, difícil de explicar, está no seu caminho e é importante ele voltar a sentir o campo e o jogo. Vai levar algum tempo até termos o melhor Nuno, mas feliz por vê-lo fazer o que mais gosta".
Abraço a Alisson no final do jogo: "Felicitei-o pela capacidade de crescimento que tem tido nas decisões. Está a crescer e felicitei-o por mais uma assistência".
