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"A importância em si é relativa, porque faltam muitos jogos para o fim (do campeonato), e nós estamos dentro do nosso objetivo. É um jogo importante na nossa caminhada, mas não decisivo", afirmou o timoneiro dos madeirenses.
O técnico, de 37 anos, falava aos jornalistas após o derradeiro treino da semana, no Estádio da Madeira, no Funchal, na conferência de imprensa de antevisão ao duelo de domingo com os vila-condenses.
Sobre o adversário, Margarido destacou a capacidade de "defender bem" do conjunto às ordens de Sotiris Silaidopoulos, deixando ainda elogios para a "linha da frente fortíssima" dos rioavistas.
"O André Luiz, o Clayton e o Olinho são três jogadores de definição com muita qualidade no último terço e têm sido os grandes responsáveis por aquilo que é a produção ofensiva do Rio Ave", analisou.

Para conseguir a manutenção, considerada pelos responsáveis alvinegros como "um dos grandes objetivos da época", o apoio dos adeptos pode ser fundamental, sobretudo nos jogos em casa.
Nesse sentido, Margarido aproveitou também para apelar à presença dos nacionalistas, de modo que empolguem a equipa "para uma tarde épica" no Estádio da Madeira.
Para este encontro, ficam de fora os lesionados Ivanildo Fernandes, Ulisses Rocha, e Filipe Soares.
Por sua vez, João Aurélio e Lenny Vallier aguardam a realização de um "último exame" e permanecem em dúvida, segundo o técnico dos insulares.
O Nacional, 15.° classificado, com 17 pontos, recebe no domingo o Rio Ave, que é 11.°, com 20, a partir das 15:30, no Estádio da Madeira, com arbitragem de Iancu Vasilica, da associação de Vila Real.

