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Segundo o técnico grego, os vila-condenses terão de manter elevados níveis de intensidade diante do conjunto madeirense, apontando a vitória frente ao Casa Pia (3-1), há duas rondas, como exemplo a seguir.
“Temos pela frente um adversário duro, em condições difíceis para jogar, mas estamos preparados para isso. O Nacional é uma equipa que merecia mais pontos do que aqueles que conseguiu nos últimos jogos e tem um excelente espírito de equipa. Espero ver a mesma intensidade que tivemos frente ao Casa Pia e alcançar um resultado semelhante”, sublinhou, em conferência de imprensa de antevisão ao encontro de domingo.

Perante condições meteorológicas que se esperam adversas, Sotiris Silaidopoulos admitiu a possibilidade de proceder a algum ajuste tático, mas manteve a convicção na habitual ideia de jogo.
“Talvez tenhamos alguma adaptação tática devido ao clima e às restantes adversidades com que nos vamos deparar, mas, na maioria das vezes, a nossa ideia de jogo é a mesma, não mudamos muito”, analisou.
Para o treinador, o Nacional tem valências nos vários momentos do jogo, que irão exigir do Rio Ave essa mesma qualidade. Ainda assim, o contra-ataque tem sido e continuará a ser uma das principais armas da formação da foz do Ave.
“O Nacional não é uma equipa apenas recuada ou subida no terreno, tem muitas dinâmicas e temos de estar preparados para todos os aspetos do jogo. Claro que um dos nossos pontos fortes é o contra-ataque, com a velocidade dos jogadores que temos na frente, e, nesses momentos, temos de ser eficientes e eficazes a utilizá-lo”, explicou.
O Rio Ave, 11.º, com 20 pontos, desloca-se ao Funchal para defrontar o Nacional, 15.º, com 17, em encontro da 19.ª jornada, marcado para as 15:30 de domingo, sob arbitragem de Iancu Vasilica, da associação de Vila Real.
