Recorde as incidências do encontro
Vasco Botelho da Costa (treinador do Moreirense):
“Não foi um jogo brilhante, mas também não vou dizer que não tenha sido conseguido. O Tondela baixou as linhas. Não temos muita experiência de passar por adversários que se apresentam desta forma.
Ainda não temos ferramentas para sermos tão acutilantes como queremos ser. À esquerda, praticamente não tínhamos hipótese de criar. Na segunda parte, corrigimos isso, e o jogo passou pelos dois corredores. Foi um jogo muito exigente e difícil. Tenho de dar mérito ao nosso adversário. Não se expôs muito. Foi um jogo muito importante para o nosso futuro.
Nos últimos 15 minutos, estivemos a pensar mais em segurar o resultado do que em apresentar o nosso jogo. Não estivemos bem. Quem entrou teve dificuldade em perceber o que estava a acontecer. Poderíamos ter complicado o resultado.
Dá-nos alento (os 27 pontos e o sexto lugar no fim da primeira volta). Estamos cada vez mais próximos do primeiro objetivo. Partindo do princípio que há cinco grandes equipas no campeonato e que todas as outras lutam pela manutenção, estarmos à frente de uma (Vitória SC) e igual a outra (SC Braga) é fantástico. Mas isso não pode impactar o dia-a-dia. O campeonato é longo. Temos de estar satisfeitos com a evolução, mas temos de nos focar no próximo treino para preparar uma deslocação difícil à Alverca.
(A situação de uma possível transferência do Schettine) está entregue à administração. Há muita qualidade no plantel, diferentes características, diferentes ferramentas para resolver os problemas que os adversários nos colocam. O mercado é sempre importante. O Moreirense já vendeu bem e vendeu caro.
Estou muito grato aos adeptos (do Moreirense), que compareceram em grande número. E dou os parabéns ao mister Luís Pinto e ao Vitória SC. Tiveram muito mérito (na conquista da Taça da Liga)”.
Cristiano Bacci (treinador do Tondela):
“Foi um jogo bloqueado taticamente. Para nós, treinadores, foi um bom jogo. Fomos melhores do que o Moreirense. Quem ganha é sempre um vencedor justo, mas fomos melhores com bola e sem bola.
Sofremos num pormenor importante. Sofremos golo numa das situações em que estamos mais confortáveis. Trabalhámos muito para ter mais ‘personalidade’ com bola. Mostrámo-la”.
