Recorde as incidências da partida
Análise à partida: "É um jogo que não tem grande história. Parabéns ao FC Porto, muito mais forte do que nós. Tentámos tirar as referências ao FC Porto, que segue individual sempre. Sabíamos que com bolas longas ia ser impossível e tinhamos que correr os risco de jogar curto. Tendo em conta o que tínhamos disponível, era a estratégia possível. Sentimos um pouco o ambiente. Isso deixa-me surpreendido porque não é costume. Tivemos jogadores que estavam um pouco ansiosos. Cometemos alguns erros. Jogo dificil que serve de aprendizagem."
Mensagem ao intervalo: "A mensagem é que quando não seguimos o plano estamos mais longe de ter sucesso. É uma questão de foco e concentração. O mais provável é a mensagem do treinador durante a semana não ter sido suficientemente clara. Responsabilidade da minha parte. Com aquela liberdade que estávamos a dar em corredor central... o FC Porto foi claramente superior."
Ausência de Luís Hemir: "É um dos meninos que conheço desde os 7 anos. Andava nos Pupilos do Exército a jogar no Benfica e a fazer golos a torto e a direito. É um jogador que adoro, mas tem que perceber que somos um grupo e que o grupo está sempre acima da individualidade. Estamos aqui para ajudar todos a crescer e às vezes temos que tomar decisões complicadas. Opção minha? Sem dúvida."
Dificuldades com falta de opções: "Estou aqui para servir o Moreirense o melhor que sei. Olho para as dificuldades como situações em que também tenho que crescer. De que serve estar a lamentar-me... tivemos que nos reinventar. Houve momentos em que correu bem, noutros podíamos ter tomado outra opção. É um pouco duro mas não podemos perder energia com isso. Conseguimos a manutenção a 10 jornadas do fim, mas somos muito ambiciosos. Conscientes que temos muito que crescer, eu também enquanto treinador."
