Inscrito num documento com discussão e votação marcada para a assembleia geral ordinária de 24 de julho, que contempla a atividade do clube, mas não a da SAD, entidade que tutela o futebol profissional e a maioria do futebol de formação, o valor reparte-se por 2,34 milhões de euros de quotização e 674 mil euros em lugares anuais no Estádio D. Afonso Henriques.
Os rendimentos totais perspetivados para a época prestes a começar, excluindo os que respeitam exclusivamente à SAD, ascendem a 5,32 milhões de euros, enquanto os gastos ascendem aos 4,64 milhões.
O Vitória projeta assim um saldo positivo de quase 675 mil euros entre rendimentos e gastos totais, mas um resultado final negativo de quase 1,2 milhões, fruto dos gastos com amortizações e juros.
O recém-eleito presidente do Vitória SC, Rui Rodrigues, vinca, no documento, que um “clube moderno” deve “colocar o sócio no centro de todas as decisões”, “melhorar a experiência que lhe é proporcionada” e “criar novas formas de participação”.
“Cada decisão deve ser avaliada também pelo impacto que tem na vida dos vitorianos e deve servir sempre para reforçar o sentimento de pertença e a ligação ao clube”, lê-se, na mensagem assinada pelo dirigente eleito em 13 de junho para um mandato de três anos.
O conselho fiscal emitiu um parecer favorável por unanimidade ao orçamento, com a recomendação de “uma rotina de controlo mensal para a validação da base de receitas recorrentes e a definição de limites de despesa por área, em especial nas modalidades”.
A assembleia geral ordinária de 24 de julho está agendada para as 20:00, no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense.
