"Com a chegada da Agache Sports e da Red Bull, o Paris FC dotou-se dos meios para atingir objetivos ambiciosos", comentou Pierre Ferracci, o antigo acionista maioritário que foi confirmado como presidente, citado no comunicado.
"Sem precipitações, respeitando a sua identidade e os seus valores e apoiando-se no potencial da região da Ile-de-France, o Paris FC prosseguirá os progressos, que beneficiarão os centros de formação e as equipas principais, tanto masculinas como femininas", acrescentou.
Em pormenor, a holding Agache, propriedade da família do chefe do grupo de luxo Louis Vuitton Moet Henessy (LVMH), detém agora 52,4% do capital do clube através da Agache Sport.
A Red Bull, o grupo austríaco que detém os clubes de Leipzig e Salzburgo e com o qual a família Arnault se associou neste projeto, detém 10,6%. O restante está repartido entre Alter Paris, a estrutura de Pierre Ferracci (29,8%) e BRI Sports Holdings, em representação da Lycamobile (7,2%).
"Foi criado um novo conselho de administração, que reflecte a posição maioritária da família Arnault e a presença da Red Bull", explica o clube, que lidera atualmente a Ligue 2.
Em 17 de outubro, a família Arnault anunciou que tinha entrado em "negociações exclusivas com vista à aquisição de uma participação maioritária no Paris FC". As primeiras discussões começaram em abril passado.
Bernard Arnault, diretor-executivo do conglomerado LVMH, é um dos homens mais ricos do mundo.
