O presidente americano saudou o sucesso dos jogadores, dirigindo-se ao campeão mundial de 2022 e ao seu compatriota argentino Javier Mascherano, treinador da equipa.
Depois de abordar a guerra no Irão, o republicano de 79 anos recordou os anos 1970, quando a lenda brasileira Pelé jogava pelo New York Cosmos, atraindo então as atenções para o futebol nos Estados Unidos.
"Não deveria dizer isto, porque sou velho, mas vi Pelé jogar", afirmou o presidente. Depois, dirigindo-se a Messi: "Não sei, talvez seja melhor do que Pelé. Pelé era realmente muito bom".
Reunidos atrás do presidente, os jogadores ofereceram a Donald Trump uma camisola rosa com o número 47, em referência ao 47.º presidente dos Estados Unidos.
O chefe de Estado gabou-se de "poder dizer aquilo que nenhum outro presidente disse antes: Bem-vindo à Casa Branca, Lionel", lançando uma farpa ao seu antecessor Joe Biden, que tinha entregue ao avançado argentino a Medalha Presidencial da Liberdade em janeiro de 2025, numa cerimónia à qual Lionel Messi não esteve presente.
O Inter Miami, além do campeonato norte-americano, venceu em 2025 um jogo frente ao FC Porto na Mundial de Clubes (2-1), tornando-se na primeira vitória de uma equipa norte-americana contra um clube europeu numa competição oficial.
Estes triunfos foram possíveis "graças a Lionel Messi, mas também graças a estes homens que estão atrás de si e que mudaram para sempre a cultura do futebol nos Estados Unidos", destacou o dirigente da equipa, Jorge Mas, ao dirigir-se a Donald Trump.
Os Estados Unidos vão acolher este ano o Mundial, juntamente com o Canadá e o México.
