O basco, que falou à comunicação social pela primeira vez desde que sucedeu ao neerlandês Arne Slot, disse que pretende que a sua equipa seja definida pelo trabalho árduo e pela intensidade.
Também espera que o Liverpool se reforce antes do fecho do mercado de transferências, afirmando que estão "a trabalhar muito" após a saída de vários jogadores experientes e as lesões de outros.
Entre os ausentes estão Hugo Ekitiké, Conor Bradley e Giovanni Leoni, com Iraola a confirmar que os três deverão falhar o início da época.
"Vai haver um período em que estaremos sem eles", afirmou: "Teremos de tentar encontrar soluções."
Harvey Elliott, que esteve emprestado na época passada ao Aston Villa, apresentou-se mais cedo. Iraola disse que o médio demonstrou "vontade de mostrar o seu valor".
"Vai ter uma oportunidade durante a pré-época", afirmou.
"Espero que o possamos ver em boa forma. A época passada deve ter sido muito difícil para ele, pois uma situação estranha fez com que eles (o Villa) não o pudessem deixar jogar", acrescentou.

Iraola revelou ainda que já falou com jogadores do Liverpool que estão no Mundial, explicando que o regresso faseado dos internacionais vai permitir-lhe "aproximar-se mais de cada jogador".
Sobre a sua própria abordagem, o técnico de 44 anos disse que pretende manter-se o mais natural possível.
"Vou tentar ser o mesmo treinador. Tem de se ser autêntico", afirmou.
"Especialmente com os jogadores, sei que vamos ter grandes personalidades e grandes egos, mas vou tentar não mudar com eles", explicou.
Sobre o exigente calendário do Liverpool, acrescentou: "É um grande desafio para mim. Vai ser uma grande mudança, mas também uma excelente oportunidade."
