Recorde as incidências da partida
Os Cottagers encerraram a época 2025/26 com uma vitória convincente por 2-0 sobre o Newcastle United, graças aos golos de Issa Diop e Tom Cairney.
No entanto, o Fulham ficou aquém das suas ambições europeias, bastando apenas mais dois pontos para garantir a partilha do melhor registo de sempre na Premier League, com o sétimo lugar, e um lugar na Liga Europa.
“Toda essa frustração, falámos no início da semana, não pode tirar-nos a motivação de termos de vencer da melhor forma possível, e foi por isso que os jogadores trabalharam arduamente, como é a sua obrigação, ao longo da semana para prepararmo-nos para o jogo contra uma boa equipa”, afirmou Marco Silva.
“Vencemos, e merecemos – mais equilíbrio na primeira parte, segunda parte muito mais controlada, por vezes sem bola, mas com muito mais controlo. Voltem atrás e vejam quantos jogos tivemos mais de 20 remates, e este jogo é apenas um exemplo", acrescentou o treinador português.
“Depois do 2-0, com os momentos que tivemos, devíamos ter marcado mais golos. Devíamos ter sido mais eficazes, porque é isso que faz ganhar jogos de futebol, é isso que faz ser implacável na liga em que estamos a jogar, ao nível em que estamos a competir, contra uma equipa – e, não quero comparar, mas – quando olho para as substituições deles, e vejo jogadores do onze a sair, 60, 70, 80 milhões, e jogadores a entrar, 60 e 70 milhões, isso diz muito sobre, por vezes, a diferença que existe no papel", explicou Marco Silva.
“Acho que esta tarde foi importante. Era importante retribuir algo aos adeptos, para que tivessem esta boa sensação, para podermos agradecer-lhes no final do jogo com uma volta de agradecimento, da melhor forma possível. E penso que desfrutaram mesmo da tarde, e foi por isso que trabalhámos tanto", concluiu.
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