Recorde as incidências do encontro
O United adiantou-se no marcador de penálti por intermédio de Bruno Fernandes, mas viu-lhe ser negada uma segunda grande penalidade quando Amad Diallo caiu na área após um lance com Adrien Truffert. O Bournemouth respondeu de imediato e empatou, com Truffert a assistir Ryan Christie para o golo do empate.
Um autogolo de James Hill devolveu a vantagem ao Manchester United antes de Harry Maguire ser expulso e conceder um penálti ao derrubar Evanilson. O contacto sobre o avançado brasileiro foi notavelmente semelhante ao que os árbitros ignoraram no lance de Truffert sobre Diallo. No entanto, o VAR não interveio em nenhuma das situações para pedir ao árbitro Stuart Attwell que revisse as suas decisões.
"Dar um e não dar o outro, não consigo perceber – é louco", afirmou Carrick.
"Compreendo a decisão (de expulsar Maguire), mas devíamos ter tido outro penálti e o jogo teria sido diferente. Pensei que era para isso que servia o VAR, para esclarecer e garantir coerência. São duas decisões diferentes, por isso é realmente confuso", lamentou o inglês.
Apesar da desilusão de não se isolar no terceiro lugar da Premier League, o Manchester United mantém-se bem posicionado para regressar à Liga dos Campeões na próxima época.
Com um lugar entre os cinco primeiros praticamente a garantir presença na principal competição europeia, a equipa tem sete pontos de vantagem sobre o Chelsea, sexto classificado.
O United só volta a entrar em campo daqui a mais de três semanas e meia, devido à paragem internacional seguida dos quartos de final da Taça de Inglaterra.
"Poderíamos ter conseguido mais esta noite, mas não é o fim do mundo. "Voltaremos mais fortes depois da pausa", acrescentou Carrick.
