Uma comissão independente considerou o City culpado de todas as acusações relativas a infrações aos regulamentos financeiros da Premier League entre as épocas 2009/10 e 2017/18, bem como de três das quatro acusações relacionadas com a falta de cooperação na investigação. O City negou qualquer irregularidade e apresentou recurso.
A Premier League afirmou que o City utilizou acordos comerciais "fictícios" para inflacionar as receitas e subavaliar os custos em mais de 900 milhões de libras (1,19 mil milhões de dólares) ao longo de quase uma década, o que resultou em relatórios financeiros incorretos e infrações às regras de controlo de despesas.
Mourinho treinou o Manchester United entre 2016 e 2018 e levou a equipa ao segundo lugar da Premier League, atrás do City treinado por Pep Guardiola, em 2017/18.
"Preferia rir-me disso. Penso que acabaremos por conhecer um desfecho, mas estamos ambos na casa dos 60 anos e teremos de ter a sorte de ainda cá estar quando for conhecido o veredicto final. Haverá um veredicto, depois recursos e, de seguida, mais recursos", afirmou Mourinho, quando questionado sobre o processo numa entrevista ao Corriere dello Sport, de Itália.
O processo de recurso será conduzido em privado e continua por esclarecer se serão aplicadas sanções antes de o recurso ser apreciado ou se alguma punição entrará imediatamente em vigor.
O City, à procura da sexta vitória consecutiva no campeonato, lidera a Premier League com 15 pontos em cinco jogos e desloca-se ao Liverpool no domingo.
