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O TFG afirmou na sexta-feira que estava disponível para vender uma participação maioritária, como parte dos esforços para atrair novo investimento, menos de dois anos depois de ter adquirido o Everton ao anterior proprietário, Farhad Moshiri, em dezembro de 2024.
"Acreditei verdadeiramente que, com novos proprietários, estaríamos totalmente envolvidos", afirmou Moyes aos jornalistas antes do jogo do Everton na Premier League no terreno do Hull City no domingo: "A minha ambição quando regressei era tentar levar o Everton de volta aos níveis que atingiu no passado e fazê-lo lutar mais vezes pela Europa. Tem sido um verão difícil para nós. Só soube esta manhã. Talvez esteja um pouco surpreendido, mas talvez não devesse estar assim tão surpreendido."
O Everton ocupa o sétimo lugar da tabela após cinco jogos.
O TFG assumiu o controlo de um clube a braços com dificuldades financeiras e um longo período de instabilidade. Desde então, supervisionou a mudança do Everton para o Hill Dickinson Stadium, ao mesmo tempo que trabalhava para melhorar a sua situação financeira.
A decisão do TFG surge na sequência de um mercado de transferências que, segundo os meios de comunicação britânicos, foi alvo de críticas por parte dos adeptos. O Everton obteve receitas significativas com a venda de jogadores, mas fez apenas contratações limitadas para o plantel antes do fecho do mercado.
O TFG, que também é proprietário da Roma e do Cannes, afirmou ter contratado o banco de investimento Moelis & Company para prestar assessoria no processo.
O grupo e o Everton afirmaram que não fariam mais comentários enquanto o processo estivesse a decorrer.

