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O argentino de 54 anos prepara-se para assumir o comando dos co-anfitriões do torneio quando este arrancar, a 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México.
O seu nome foi novamente associado ao cargo de treinador dos Spurs, que continuam a procurar um novo técnico permanente após a demissão de Thomas Frank em fevereiro. O técnico interino Igor Tudor deixou o clube londrino no domingo.
Segundo a imprensa britânica, Roberto De Zerbi, antigo treinador do Brighton, está em conversações avançadas para se tornar o próximo treinador dos Spurs.
"Com a minha ligação ao Tottenham, é impossível não sentir nada pelo Tottenham, pelo clube, pelas pessoas que lá trabalham e pelos adeptos. Foi uma das melhores experiências da minha vida", disse Pochettino aos jornalistas antes do amigável desta madrugada contra Portugal.
"É esse o meu desejo, e tenho a certeza de que vão conseguir manter-se, com treinador ou sem treinador, por causa dos jogadores. Penso que há os jogadores e depois é um clube com adeptos que vão fazer tudo para criar a energia para ganhar", continuou.
Pochettino teve três passagens pela Premier League, começando pelo Southampton antes de um período de cinco anos nos Spurs, onde os estabeleceu como candidatos regulares aos quatro primeiros lugares e os levou à final da Liga dos Campeões de 2019. Regressou a Inglaterra para uma única época com o Chelsea.
Os Spurs correm o risco de ser descer pela primeira vez desde 1977, estando um ponto e um lugar acima da zona de despromoção após 31 jogos e sem uma vitória na Premier League desde dezembro.
"Neste momento, penso que estamos muito, muito concentrados, totalmente concentrados no Mundial. Penso que todos sabem que estou empenhado na seleção nacional. Penso que não é altura de falar sobre o futuro neste momento", acrescentou Pochettino.
"Nunca, digamos nunca. No futebol, tudo pode acontecer", acrescentou ainda, questionado sobre um eventual regresso ao clube no futuro.
