Nenhuma equipa concedeu mais golos de bolas paradas (excluindo grandes penalidades) do que os Reds nas cinco principais Ligas europeias esta época. Entretanto, o clube concedeu o seu 12.º golo de bola parada frente ao Wolverhampton, no fim de semana, o que resultou numa grande mudança na equipa técnica.
Esta semana, o Liverpool anunciou a saída do treinador de bolas paradas, Aaron Briggs, numa altura em que o treinador Arne Slot procura melhorar a sua equipa em todos os aspetos possíveis.
Grønnemark, que trabalhou sob o comando do antigo treinador Jurgen Klopp, afirma que estaria disponível para regressar ao clube, caso as circunstâncias o permitam, sublinhando a sua forte ligação ao Liverpool e aos seus adeptos.
“O Liverpool pode sempre ligar-me”, disse ao RG.
“A única razão para não aceitar o convite do Liverpool seria se já estivesse a trabalhar noutra equipa de topo da Premier League que fosse concorrente direta", acrescentou.
“Não estou a falar de uma equipa como o Brentford, e enquanto não estiver a tempo inteiro noutro clube, e o meu contrato me permitir, aceitaria o convite", referiu.
“Naturalmente, tendo em conta o meu passado no clube, a ligação aos adeptos e as mensagens que recebo diariamente nas redes sociais a agradecerem-me pelo tempo que passei na equipa, diria que aceitaria na maioria dos casos", concluiu.
A saída de Briggs acontece apenas dois dias antes do primeiro jogo do Liverpool em 2026, frente ao Leeds United. Esta mudança pode ajudar o Liverpool nas situações de bola parada, podendo revelar-se decisiva.
