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O Forest chegou aos 29 pontos, o suficiente para ocupar o 17.º lugar na tabela graças à diferença de golos, à frente de West Ham, que voltou a cair para os três últimos, apesar do empate improvável frente ao Manchester City no sábado.
O Forest poderia ter terminado o dia no 16.º posto se o remate de Dan Ndoye, aos 63 minutos, tivesse sido validado, mas o treinador Vitor Pereira mostrou-se satisfeito com o ponto conquistado e com a exibição da equipa.
"Isto não é uma corrida de velocidade, é uma maratona até ao fim – era uma oportunidade para conquistar os três pontos, mas o próximo jogo é outra oportunidade", afirmou o treinador poruguês à Sky Sports.
Entrando ao intervalo para substituir Nicolas Dominguez, Ndoye ameaçou constantemente o espaço entre o guarda-redes do Fulham e a sua defesa durante toda a segunda parte, com o também suplente Taiwo Awoniyi a dar igualmente mais intensidade ao ataque do Forest.
"Precisávamos de refrescar a equipa para dar mais energia, são jogadores fortes no um contra um. O Dan Ndoye é rápido no espaço e o Taiwo esteve fantástico. É este o espírito que quero ver nos meus jogadores", disse Vítor Pereira.
No minuto 63, Ndoye recebeu um passe de Neco Williams e colocou a bola com classe fora do alcance de Matz Sels, mas a celebração foi interrompida após a análise do VAR, que concluiu que estava ligeiramente em posição irregular no momento do passe, anulando assim aquele que seria um golo fundamental.
No entanto, a decisão deixou Vítor Pereira mais filosófico do que desiludido.
"Hoje, fizeram tudo para conquistar os três pontos – o resultado é difícil de controlar, mas podemos controlar o que fazemos no relvado ou mostrar o espírito para vencer o jogo. Estou satisfeito com eles", afirmou.
"Vai ser difícil até ao fim. A decisão será no final, penso eu. Espero que consigamos somar pontos para fugir à zona de despromoção. Tottenham, West Ham e Leeds são boas equipas", acrescentou Vítor Pereira.
