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Os números não mentem e mostram uma evolução nítida no poder de decisão do atleta. O faro de golo de Kevin Viveros na Série A do Brasileirão 2026 (uma bola na rede a cada 144 minutos) supera a sua própria marca na Série B de 2025 (um golo a cada 184 minutos).
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Ao todo, somando as duas divisões, o atacante já balançou as redes 14 vezes em 29 exibições com a camisola do Athletico Paranaense.

Ele divide a a segunda posição dos melhores marcadores da atual edição do Brasileirão com Danilo Santos, do Botafogo, somando cinco golos cada. A dupla está a apenas a um de Carlos Vinícius, do Grémio, o principal goleador do torneio nacional até o momento.
Na temporada, soma sete participações diretas em golos em 10 partidas (seis golos e uma assistência). Desses gols, quatro foram marcados nos últimos três jogos, incluindo dois na goleada do Furacão por 4-1 sobre o Botafogo, em jogo atrasado da quinta jornada do Brasileirão.
A dependência positiva do Furacão do seu camisola 9 fica nítida nos números gerais: o colombiano teve participação direta em 20,58% de todos os golos do Athletico-PR na temporada (7 das 34 vezes em que o clube balançou as redes).
Imposição de Viveros
Dentro de campo, Kevin Viveros consolidou-se como um verdadeiro tanque. Forte fisicamente, destaca-se pela capacidade de reter a bola como pivô, ganhar disputas pelo alto e arrastar as defesas adversárias na base da força e da velocidade.

Essa imposição física foi um dos diferencias do Athletico na campanha de subida no ano passado e, agora, mostra-se ainda mais vital na Série A, onde o espaço para pensar é menor e os duelos com os centrais exigem muito mais do corpo.
Na atual temporada, Viveros regista 40 duelos bem-sucedidos em 103 disputados, um aproveitamento de 38,8% - o melhor entre todos os jogadores do Athletico-PR. Além disso, já soma 17 recuperações de bola no Brasileirão.

A evolução
O dado mais animador para a claque do Furacão é a maturidade tática que o jogador vem demonstrando. Na Série B de 2025, Viveros precisava de mais tempo e volume de jogo para encontrar o caminho das redes.

Em 2026, mais adaptado ao futebol brasileiro e ao ecossistema tático do Furacão, ele se tornou um finalizador cirúrgico. Diminuir em 40 minutos o tempo necessário para marcar um golo na primeira divisão é uma marca para poucos.
Viveros deixou de ser apenas o homem de referência focado no contacto físico para se tornar o porto seguro do ataque atleticano.

