A assinatura aconteceu esta quinta-feira, em Brasília, em cerimónia que contou com a presença do presidente do Santos, Marcelo Teixeira, e do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
O terreno, que pertence à União, esteve no centro de uma disputa que se arrastava desde 2017 e chegou a correr o risco de ser levado a leilão.
Pelo novo acordo, o Santos pagará cerca de €24,7 mil mensais pelo uso da área e reconheceu uma dívida de €3,9 milhões referente ao período anterior, que será liquidada em 120 parcelas. O imóvel tem aproximadamente 39 mil metros quadrados e está avaliado em cerca de €13,6 milhões.
Além da regularização da permanência no local, o Santos terá compromissos relacionados com a conservação da área e a investimentos em ações sociais e na formação.
A negociação também encerra, neste momento, o processo que poderia resultar na venda do terreno, embora a União mantenha a possibilidade de aliená-lo futuramente caso deixe de existir interesse público, económico ou social na manutenção do imóvel.
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