Derrota judicial da Juventus: Cristiano Ronaldo não terá de devolver 9,8 milhões

Cristiano Ronaldo representou a Juventus durante três temporadas
Cristiano Ronaldo representou a Juventus durante três temporadasFabio Ferrari/LaPresse / Shutterstock Editorial / Profimedia

O tribunal do trabalho de Turim deu razão a Cristiano Ronaldo no litígio relacionado com os salários durante o período da Covid-19. A Juve terá de pagar as despesas legais e ponderar se vai recorrer da decisão.

O processo judicial entre a Juventus e Cristiano Ronaldo foi "ganho" pelo internacional português. O tribunal do trabalho de Turim deu razão ao jogador e confirmou a decisão arbitral, pelo que CR7 não terá de devolver os cerca de 9,8 milhões de euros recebidos durante o período da Covid, e o clube terá de ressarcir as despesas do processo de recurso, num valor próximo dos 50 mil euros.

O caso remonta à época da pandemia, quando a Juve pretendia anular a decisão em que os árbitros Gianroberto Villa, Roberto Sacchi e Leandro Cantamessa reconheceram que o clube deveria pagar a Ronaldo o valor bruto, e não líquido, de algumas mensalidades de salário que o jogador não recebeu devido à operação salarial durante a pandemia.

Neste momento, o emblema italiano está a ponderar junto dos seus advogados a possibilidade de recorrer da decisão.