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“Em Nápoles redescobri a alegria de jogar futebol. Parecia que tudo tinha acabado, diziam-no até na Dinamarca, mas eu nunca desisti e sempre acreditei”, afirmou, em declarações ao canal TV2, durante o estágio da seleção dinamarquesa, que disputa o play-off de acesso ao Campeonato do Mundo frente à Macedónia.
Com 14 golos e quatro assistências esta época, entre campeonato e taça, Rasmus Hojlund assume que ainda está longe do ponto ideal. “Não se pode estar sempre no melhor nível. Sei que ainda tenho muito a melhorar e sou muito autocrítico em relação a isso. Agora dizem na Dinamarca que estou de volta ao centro do projeto porque estou a trabalhar mais e a marcar mais”, sublinhou.
O avançado recordou ainda a fase final no Manchester United, onde perdeu espaço e confiança. “Se olharmos para os últimos períodos no Manchester, não estive bem e tenho noção disso. Mas muitas coisas mudaram. Cresci. Sempre trabalhei muito e um avançado não pode ser avaliado apenas pelos golos. Há muito mais no jogo”, explicou.

Hojlund deixa uma ideia clara sobre o seu percurso recente: entre altos e baixos, o foco esteve sempre no trabalho e na capacidade de não se deixar influenciar pelo ruído exterior. “No futebol há momentos bons e maus. O importante é manter a concentração e continuar a trabalhar, sem ligar demasiado ao que se diz fora.”
