Rafael Leão nega ligações a escândalo de prostituição na Serie A: "Não cometi qualquer crime"

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Rafael Leão, jogador do AC Milan
Rafael Leão, jogador do AC MilanREUTERS/Daniele Mascolo

O internacional português Rafael Leão veio a público, esta quinta-feira, para negar os rumores da imprensa internacional, que o têm associado a um escândalo de prostituição na Serie A italiana, que envolve cerca de 70 futebolistas profissionais, onde se incluem atletas do AC Milan.

O avançado emitiu um comunicado na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter) para negar todas as acusações e revelou ainda ter contactado o advogado para o defender das "notícias falsas ou prejudiciais" à sua reputação.

"Nestes dias, o meu nome, tal como o de outros jogadores, apareceu em sites, redes sociais e jornais em referência a uma investigação da Procuradoria de Milão. Quero esclarecer de forma direta que sou totalmente alheio aos factos objeto da investigação. Não estou envolvido e não cometi qualquer crime", escreveu.

"Convido todos a evitarem associar o meu nome a esta situação de forma arbitrária ou superficial, sem atenção à verdade e sem respeito pela vida privada. Antes de sermos jogadores, somos pessoas com uma família e uma reputação", acrescentou ainda.

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Nas últimas horas, o nome do jogador de 26 anos foi apontado pelo jornal Il Giornale entre os futebolistas envolvidos, juntamente com o internacional português Nuno Tavares, defesa da Lazio, e Dany Mota, avançado do Monza e internacional sub-21 por Portugal.

Além dos portugueses, nomes como Skriniar, Arthur Melo, Maldini, Huijsen, Hakimi, Giroud, Bastoni, Scamacca e Calafiori também foram destacados pela mesma fonte.