Os pagamentos estão pendentes desde maio de 2025, e o estabelecimento recorreu à Justiça após tentativas de resolver a situação diretamente com a diretoria alvinegra.
Na tentativa de evitar a cobrança, a Ponte Preta questionou a validade dos documentos apresentados pela padaria, argumentando que faltavam registos que comprovassem a entrega dos produtos. A Justiça, porém, entendeu que as questões não eram suficientes para anular o débito. A sentença foi assinada pelo juiz Bruno Gonçalves Mauro Terra, da 5ª Vara Cível de Campinas, no fim de setembro.
O pagamento deverá respeitar as regras do Regime Centralizado de Execuções (RCE), sistema utilizado para organizar a coleta das dívidas do clube junto aos credores. Sobre o montante de 53 mil reais (cerca de 953 euros) serão aplicados juros e correção monetária, o que poderá elevar o valor total a ser desembolsado pela equipa campineira.
A nova condenação ocorre a meio de uma temporada marcada por resultados negativos e dificuldades financeiras para a Macaca. Assim como o América-MG, a Ponte Preta teve a despromoção à Série C do Campeonato Brasileiro confirmado antecipadamente. O clube também amargou a queda no Campeonato Paulista, tornando 2026 um ano de duas descidas para a equipa de Campinas.

