De acordo com os dados oficiais, a UTA tem uma penalização em vigor desde 9 de janeiro, enquanto o Hermannstadt foi sancionado a partir de 7 de janeiro. As medidas foram aplicadas após litígios iniciados no ano passado, devido a montantes em dívida.
Hermannstadt: sanção temporária, risco limitado
Para o clube de Sibiu, a proibição é considerada de impacto reduzido. Os dirigentes podem conseguir o levantamento automático da sanção assim que as dívidas em atraso forem liquidadas.
O acionista maioritário, Claudiu Rotar, afirmou ao gsp.ro que só teve conhecimento da situação quando foi contactado pela imprensa: “Sinceramente, é a primeira vez que ouço falar disto, não sei do que se trata, vou informar-me melhor.”
Além deste processo, o Hermannstadt está também envolvido numa ação judicial contra o Estrela da Amadora, acusado de não ter pago a transferência de Ianis Stoica.
UTA Arad sob pressão do prazo limite
No caso dos aradenses, as consequências podem ser mais graves. Se a dívida não for paga no prazo máximo de 45 dias, a UTA arrisca-se a ver os seus transferências bloqueadas durante três janelas de mercado consecutivas.
O presidente do clube, Alexandru Meszar, garantiu igualmente ao gsp.ro que o problema será resolvido rapidamente e que a equipa poderá reforçar-se já neste inverno:
“No nosso caso, é uma situação recorrente, os meus colegas também já me avisaram. Nem sei dizer com quem temos este litígio, porque aparece sempre um antigo jogador a quem não pagámos. É um valor pequeno, que vamos liquidar nos próximos dias, sem dúvida, até porque estamos em pleno mercado", afirmou.
A UTA tem atualmente mais de dez processos abertos na FIFA, todos apresentados por antigos jogadores que reclamam salários em atraso.
Os casos da UTA e do Hermannstadt inserem-se num quadro mais amplo das dificuldades financeiras na Superliga. As intervenções da FIFA têm sido cada vez mais frequentes, com situações semelhantes a surgirem nesta temporada no CFR Cluj, Petrolul Ploiești, Oțelul Galați e FC Botoșani.
