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“A preparação está a decorrer de forma focada e responsável. Tivemos pouco tempo entre jogos, por isso a prioridade foi recuperar bem os jogadores e preparar o plano do jogo com clareza. A equipa sabe que é um jogo de decisão e esperamos estar preparados para competir até ao limite”, começou por explicar José Morais, que pode conquistar o seu segundo troféu desde que chegou ao Sharjah, em declarações à sua assessoria de imprensa.
“É um sentimento de responsabilidade. Ganhar títulos é sempre importante. O nosso foco está no jogo e no processo de tomar as melhores decisões em campo. O resultado é consequência desse trabalho. Vamos ver", acrescentou.
Na área técnica o duelo será entre treinadores portugueses. No entanto, José Morais garante que “a nacionalidade do treinador não entra na análise.”
“O Al-Gharafa é uma equipa bem organizada, com bons jogadores e ideias claras. É isso que importa constatar. O respeito é pelo trabalho, não pelo passaporte, mas o facto do Pedro (Martins) ser português e um treinador bem-sucedido deixa-me feliz", explicou.
O técnico de 60 anos – que chegou ao Al Sharjah no final do mês de dezembro, depois de ter deixado o Al Wahda – faz um “balanço positivo, mas ainda incompleto” sobre esta experiência.
“Encontrámos um grupo com qualidade, mas também com margem para crescer. Estamos a construir bases sólidas, a criar identidade e competitividade. Os títulos são importantes, mas a consistência é o verdadeiro objetivo", concluiu.
O duelo entre as duas equipas está agendado para dia 22 de janeiro, quinta-feira, pelas 16:00, e será disputado no Thani bin Jassim Stadium, em Doha, capital do Catar.
