Zahra Ghanbari "voltou atrás na decisão de pedir asilo" e vai partir nas próximas horas para a Malásia, antes de regressar ao país, escreveu a agência de notícias Irna, numa altura em que as ONG acusam frequentemente Teerão de pressionar os atletas iranianos no estrangeiro.
Seis jogadoras e um elemento do staff tinham inicialmente solicitado refúgio na Austrália, depois de terem sido apelidadas de "traidoras em tempo de guerra" no Irão por se recusarem a cantar o hino nacional antes de um jogo.
