No mês passado, o Japão encerrou uma campanha dominante na Taça Asiática ao vencer as anfitriãs do torneio, a Austrália, por 1-0 na final, conquistando o título continental pela terceira vez nas últimas quatro edições.
A equipa garantiu também a presença no Mundial feminino de 2027, no Brasil, ao alcançar as meias-finais da Taça Asiática. No entanto, aparentemente, isso não foi suficiente para satisfazer as expectativas da Federação Japonesa de Futebol, que decidiu pôr fim ao ciclo de Nilsen como primeiro treinador estrangeiro da seleção feminina do Japão.
A Federação Japonesa de Futebol anunciou na quinta-feira que o seu contrato tinha terminado e que não lhe foi apresentada uma renovação.
O diretor da seleção feminina, Norio Sasaki, defendeu que o Japão não conseguiria vencer o Mundial do próximo ano se Nilsen continuasse no comando, descrevendo o seu trabalho como “um pouco demasiado permissivo, um pouco demasiado brando”.
“É preciso uma abordagem mais rigorosa e treinos mais exigentes. Quando falei com ele sobre o que poderia fazer para elevar a equipa ao próximo nível, pareceu-me que lhe faltava paixão”, afirmou Norio Sasaki.
Nilsen conduziu o Japão a 12 vitórias, quatro empates e quatro derrotas desde que assumiu o cargo em dezembro de 2024.
