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"A preparação do jogo é muito baseada em nós, no nosso processo, naquilo que queremos continuar a evoluir e melhorar. Esperamos naturalmente um adversário na sua máxima força, como todos os adversários que nos encontram. Sabemos dos índices motivacionais que apresentam, por isso não esperamos um adversário mudado ou com uma cara diferente por já estar qualificado. Vem de uma semana limpa do ponto de vista competitivo, e, certamente, que se irá apresentar na máxima força. Mas mais importante do que isso é focarmo-nos muito naquilo que temos de continuar a evoluir no nosso processo, naquilo que temos feito bem, e olhar muito para novas formas, novas ideias que consigamos incutir nesta 2.ª fase da época, que sabemos que vão ser muito importantes para ir ajudando a desbloquear jogos e a ganhar jogos", explicou Ivan Baptista.
O contexto competitivo recente também pesa na forma como o Benfica encara este desafio. A última partida do campeonato foi disputada em condições difíceis, que condicionaram a qualidade do jogo, mas não apagaram a superioridade exibicional da equipa.
"Tivemos um jogo de Campeonato importante, até pelo objetivo que representa o Campeonato para nós, num campo que não estava nas melhores condições, e isso naturalmente prejudicou as 2 equipas – prejudica sempre as 2 equipas –, mas a nossa equipa sai particularmente muito prejudicada quando encontra esse tipo de condições. Ainda assim foi bom conseguirmos, dentro dessas condições, ter a exibição que tivemos, o domínio que tivemos, a forma como o fizemos, e agora é continuar sabendo que vamos regressar a casa e que vamos encontrar boas condições perante os nossos adeptos, mas continuar na evolução do processo e não acharmos que já atingimos o nosso melhor", destacou o treinador do Benfica.
Jogar no Benfica Campus tem, por isso, um peso emocional e competitivo acrescido. Depois de 3 deslocações consecutivas, o fator casa volta a assumir um papel central num jogo que se transformou, inevitavelmente, numa autêntica final.
"É o regressar a casa, depois de 3 jogos fora, 3 jogos difíceis fora de portas. É sempre bom regressarmos a nossa casa, perante os nossos adeptos, para tentarmos corrigir aquilo que já devíamos ter carimbado, que seria a qualificação para as meias-finais da Taça da Liga, que não conseguimos fazer. Essa margem de erro já a perdemos e agora vamos ter de jogar este jogo como uma final, para carimbarmos mais esse objetivo intermédio de conseguirmos passar esta fase de grupos", afirmou Ivan Baptista.
Além do apuramento, está em jogo um feito relevante no panorama nacional: a possibilidade de o Benfica ser a única equipa presente nas três competições internas reforça o peso do encontro e exige uma resposta à altura.
"Sinto claramente que o grupo tem dado uma boa resposta ao longo dos últimos meses, uma resposta positiva. É um grupo que está constantemente a competir. Vamos, se conseguirmos este apuramento que muito queremos, ser a única equipa a conseguir estar nas 3 provas nacionais. Para o fazer, sabemos que temos de levar de vencida uma boa equipa do Valadares. O grupo tem dado uma boa resposta em todos os jogos, em casa e fora, e é muito importante também conseguirmos puxar pelo apoio dos adeptos porque sabemos que quando eles aqui estão a apoiar-nos do início ao fim, também são uma força muito grande para nós", sublinhou.
Andreia Norton, Ana Borges, Marta Salvador, Andrea Falcón e Inês Meninas, todas lesionadas, são as baixas no Benfica para esta partida.
