Recorde as incidências da partida
O que aconteceu nesta final? "Aconteceu que não conseguimos finalizar. Não fomos capazes e eles em dois lances são felizes, naquilo que sabíamos que eram bons, nas bolas paradas, lances estudados. É uma equipa muito competitiva defensivamente e nós nunca conseguimos ter consistência."
Pouca energia do Sporting: "Penso que sim. Foi o próprio desenrolar do jogo, levou-nos a trazer esse cansaço mental. Andámos sempre a reagir, nunca fomos proativos. Andámos a reagir a tudo e, quando assim é, acaba por às vezes não correr bem. Foi o caso. O adversário é um justo vencedor".
Substituições deviam ter sido feitas mais cedo? "Fiz as substituições ainda com algum tempo, mesmo as que meti no fim da segunda parte tiveram mais 40 minutos e não deram a energia que esperávamos. De forma geral, não só quem jogou como quem entrou. Nesta fase final, foi um bocadinho já no desespero. Meter mais homens na área. Estávamos a chegar ao último terço, eles estavam a defender com uma linha de seis/sete homens, competentes no jogo aéreo. Dar mérito ao adversário, que defendeu muito bem a área".
Análise à reta final da época: "Muito sinceramente, acaba por deixar um sentimento de tristeza grande para todos nós. Por tudo o que foram capazes de fazer ao longo da época... Demonstrar muita qualidade, chegar ao fim e não ter conquistas... Temos de ter essa responsabilidade. Não conseguimos dar troféus ao clube e aos adeptos, que é o que o clube exige".
Desconfiança e pressão na próxima época: "Não olho para isso. A desconfiança existe desde o início. É natural. Para mim, enquanto treinador, é olhar para a próxima época e ver como posso crescer para tornar o Sporting ainda mais forte".
Manter base do plantel: "Isso vai ditar o mercado. Com tempo, vamos perceber o que temos para a próxima época".
