Acompanhe as incidências da partida
De acordo com a imprensa local, um grupo de criminosos intercetou simpatizantes do Boca e roubou-lhes pertences sob ameaça de armas de fogo. Foram ainda levadas várias bandeiras que estavam expostas no local.
Um dos aspetos que mais impacto gerou foi o facto de os agressores envergarem roupa associada ao Colo-Colo. Isto reforçou a hipótese de uma possível retaliação relacionada com conflitos anteriores entre claques.
O caso remete para o sucedido em 2023 na Bombonera, quando adeptos chilenos foram agredidos durante um jogo internacional. Nessa ocasião registaram-se correrias, insultos e confrontos após uma disputa pela colocação de bandeiras.
Esse antecedente surge agora como contexto, embora não exista confirmação oficial sobre a identidade dos responsáveis pelo ataque recente.
Apesar do sucedido, o encontro vai contar com a presença de adeptos visitantes. Espera-se que cerca de 2.000 adeptos do Boca estejam no estádio Claro Arena, após autorização da CONMEBOL.
Segundo foi avançado, algumas das bandeiras roubadas já foram recuperadas e procura-se resolver a situação sem que o conflito escale.
Um problema recorrente
O episódio volta a expor a problemática da violência no futebol sul-americano, uma realidade que persiste para lá do desportivo.
Neste contexto, a estreia do Boca na Libertadores ficou marcada por um incidente externo que gera preocupação e volta a colocar em causa a segurança neste tipo de eventos.
