Recorde as incidências do encontro
Com este resultado, o Deportivo Cuenca inicia a sua caminhada na Sul-Americana com três pontos, forçando o Santos a procurar a recuperação na próxima jornada..

Apenas o primeiro classificado de cada grupo avança automaticamente de fase. O segundo classificado disputa um play-off frente ao 3.º de um dos grupos da Taça Libertadores, para continuar em prova.
O Santos voltou a não poder contar com Neymar e Gabigol, com o setor ofensivo a ressentir-se da falta de eficácia.
Um golo olímpico atípico decidiu o encontro, com a trave também a impedir melhor sorte aos visitantes. Nos últimos sete jogos da temporada, a equipa paulista venceu apenas um, começando da pior forma a sua participação na competição continental.
Faltou manter o ritmo
Apesar da altitude, o Santos entrou bem. Em 10 minutos, criou três boas oportunidades, ficando muito perto de inaugurar o marcador. Após metade da primeira parte, o ritmo caiu, com a equipa a aparentar quebra física, sem conseguir manter o nível inicial.
Gabriel Bontempo, que já tinha levado perigo à baliza equatoriana na primeira parte, acertou na trave aos quatro minutos do segundo tempo. A falta de eficácia do Santos acabou por ser castigada com um golo olímpico.
Aos 59 minutos, Mancinelli cobrou um canto fechado, com a bola a bater na trave e no guarda-redes Brazão, que ficou desamparado pela ausência de um defesa ao primeiro poste.

Apesar de ter rematado mais do que os anfitriões na segunda parte (8-3), o Santos acertou na baliza apenas uma vez, voltando a evidenciar dificuldades no último terço. Thaciano desperdiçou uma grande oportunidade perto do fim, com um cabeceamento frontal à baliza.
O Cuenca, sem grandes sobressaltos, segurou a vantagem para confirmar a vitória e arrancar da melhor forma na Taça Sul-Americana, frente a um dos favoritos do grupo.

