Recorde as incidências da partida

Sem o técnico Renato Gaúcho no banco, não se pode dizer que o empate tenha sido um mau resultado para o Vasco. O ponto conquistado acaba por ajustar-se ao contexto, tendo em conta a prioridade dada pelo clube ao Brasileirão. Além do Barracas Central, o Cruz-Maltino irá defrontar o Olimpia e o Audax Italiano na fase de grupos.
Apenas no 9.º lugar do Grupo B do Campeonato Argentino, o Barracas Central evidenciou as suas limitações técnicas frente à equipa brasileira. Os argentinos apresentaram-se na máxima força e, ainda assim, produziram muito pouco. A luta da formação de Buenos Aires deverá ser, sobretudo, para evitar o último lugar do grupo, em disputa com o Audax Italiano.
Pouco futebol
A primeira parte, em Buenos Aires, foi pobre em termos de qualidade e com raros momentos de inspiração. Mesmo com uma equipa composta por suplentes, o Vasco criou mais perigo. Claudio Spinelli e Riquelme Avellar protagonizaram as duas melhores oportunidades dos brasileiros antes do intervalo, ambas travadas pelo guarda-redes Juan Espínola. Do lado do Barracas, apesar de alinhar na máxima força, não houve lances dignos de registo.
A segunda parte foi ligeiramente mais animada, muito por culpa de uma subida de rendimento da equipa da casa. O Barracas Central esteve perto de marcar num remate de Tobio, travado de forma brilhante por Hugo Moura. Após algumas alterações, o Vasco melhorou na fase final do encontro, mas não o suficiente para tirar partido da expulsão de Puig, que deixou a equipa brasileira em superioridade numérica durante cerca de 20 minutos.
