Recorde aqui as incidências do encontro
Jorge Braz (selecionador de Portugal):
"Pés no chão, é só o início. Há que descansar já, pensar no próximo e seguir. Tivemos momentos bons, outros em que contrariávamos o que a Dinamarca nos podia fazer e em que, com mérito, também nos enganou. Tem qualidade, sabe o que faz. Tentámos arriscar e contrariar, num ou noutro momento não estivemos focados e, então, tivemos os nossos comportamentos.
Se quisermos pegar nos 40 minutos de jogo, tivemos momentos muito bons, mas claro que um treinador não gosta nada daqueles momentos que são demérito nosso.
Não podemos andar a dar esta vantagem, por vezes não vai haver tempo para voltar atrás e corrigirmos o que falhámos. Ser consistente defensivamente é que vai dar títulos e nós sabemos muito bem disso.
Quando se sabe o motivo dos erros, é mais fácil corrigi-los. Estávamos com essa irreverência, sem manter a calma e sem perceber que os outros também podem fazer coisas. No momento defensivo também, até acalmar no momento que era o mais correto”.
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André Coelho (jogador de Portugal):
”Infelizmente, acabámos por sofrer um golo cedo, que não era o que queríamos. Queríamos entrar muito fortes no jogo, mas não conseguimos.
Com a qualidade coletiva e organização que temos, é normal darmos esta resposta, mas é uma coisa já a melhorar no jogo com a Roménia. Obviamente que ninguém gosta de entrar a perder.
São três pontos. A nossa identidade é a mesma desde há alguns anos e quem entra sabe perfeitamente o espaço em que está, o contexto e o tipo de comportamento que tem de ter”.
