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“Entre o jogo com o Japão e os quartos de final vão alguns dias de distância e temos de aproveitar este momento para competir de uma forma muito rigorosa e muito exigente, encarar este adversário sabendo que já estamos apurados, mas, aproveitar para competir à séria”, assinalou, em declarações divulgadas pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
A equipa das quinas impôs-se à japonesa na segunda jornada do Grupo C, por 3-1, após ter goleado a Tanzânia na estreia, por 10-0, o que assegurou a presença nos quartos e a vitória na poule ainda antes do jogo da terceira ronda, com as neozelandesas, no sábado, em Pasig, nas Filipinas, onde decorre a edição inaugural do Campeonato do Mundo feminino.
“É importante também fecharmos (a participação na primeira fase do torneio) sem sofrer golos, e, de preferência, fazermos muitos golos”, observou o treinador, que aponta para a conquista de “nove pontos nos três jogos” e prometeu “equilibrar os minutos jogados entre todas” as atletas, garantindo que “toda a gente irá jogar”.
A seleção portuguesa está à espera de conhecer o adversário nos quartos de final, que será o segundo classificado do Grupo D e sairá do jogo de sábado entre Irão e Itália, mas antes terá confirmar o favoritismo perante a Nova Zelândia, última classificada do agrupamento e já eliminada, na partida com início às 14:30 (06:30 em Lisboa).
“O adversário vai dar-nos a bola para jogarmos e defender mais baixo. O jogo vai-se passar muito dentro dos últimos 10 metros do campo, vamos ter muitas situações de finalização. (A Nova Zelândia) Tem muitas dificuldades, principalmente, nas ações individuais. Na parte física, também. Mas, tentam organizar o jogo delas, com alguma qualidade”, observou Luís Conceição.
O selecionador, de 49 anos, espera que “a qualidade” das jogadoras lusas faça a diferença no encontro com uma equipa que está em fase de crescimento, tal como já sucedeu com Portugal: “Estas competições ajudam muito a crescer. Connosco já se passou um pouco isso, também, há uns anos, quando competíamos com as melhores. Foi assim que fomos crescendo”, assinalou.
A pivô Janice Silva, de 28 anos, diz que a seleção nacional está a “desfrutar o momento”, na sequência do apuramento antecipado para a fase a eliminar do torneio, mas advertiu que as atletas portuguesas estão concentradas em conquistar o pleno de vitórias, frente a um adversário que talvez não seja tão acessível quanto parece.
“Já passámos a fase de grupos, mas temos mais um jogo e não será fácil. É uma equipa nova, é a primeira vez que estamos a defrontá-la e todas as que aqui estão têm qualidade. Estamos focadas no objetivo, em melhorar, jogo após jogo, em dar o nosso melhor, de modo a honrar o futsal português”, resumiu.
