Leia aqui a crónica da partida
Paulo Freitas (treinador do FC Porto):
“A chave da vitória esteve na qualidade da equipa que tenho o privilégio de treinar. Foi uma equipa resiliente, que teve de lutar contra as desvantagens no marcador a jogar em casa.
O resultado acaba por traduzir justiça. Fomos sempre uma equipa muito vertical, à procura do resultado e estamos satisfeitos.
Era preciso mobilidade e eram precisos desequilibradores e Manrubia e Mena são dois patinadores natos e que a partir de certa altura podiam ser importantes no jogo face ao desgaste acumulado que ia surgir na equipa adversária, mas é demasiado redutor olhar só para isso porque todo o trabalhado foi feito por toda a equipa.
É uma vitória justa que se podia ter traduzido por mais um golo. Ficou um golo por assinalar, claramente. A bola esteve lá dentro.
Seguimos o nosso caminho e têm de contar connosco para as decisões”.

Edo Bosch (Sporting):
“Foi um grandíssimo jogo entre duas grandes equipas. Fizemos um jogo bom durante 45 minutos e escapou-nos o jogo no final, como já nos tinha acontecido com o Benfica e o Barcelos.
O que queríamos era ir buscar o 4-4, que merecíamos pelo que tínhamos feito. De uma bola que foi ao poste e podia ter sido o 4-4 apareceu o 5-3, que é injusto.
Só contam as que entram, mas estou muito orgulhoso dos meus jogadores. Viemos para este jogo sabendo o que tínhamos de fazer e os jogadores deram tudo. Há coisas que nos ajudam a preparar para o futuro próximo. Saio muito contente e com ideias muito claras sobre o que tenho de retificar.
Nolito Romero e Henrique Magalhães não jogaram porque estão lesionados. Lesionaram-se em Barcelos e já não jogaram com o Turquel.
Foram detalhes que nos escaparam neste jogo”.
