Celta de Vigo 1-1 Málaga

Balaídos recebeu um encontro que foi difícil de controlar para ambos os protagonistas. O bloco médio-alto do Celta chocou com um Málaga que procurou proteger-se e apostar na verticalidade dos seus avançados. As estatísticas da primeira parte refletiram a ideia de jogo dos andaluzes: dos três remates efetuados, nenhum foi à baliza. O Celta, por seu lado, rematou oito vezes. Jutglà, com uma finalização impecável, adiantou os anfitriões (41') antes da ida para o balneário.
O Málaga entrou melhor, mas o Celta teve de remar contra a maré e conseguiu um bom resultado na primeira parte.
Jutglà tornou-se um pesadelo para a defesa malaguista. A versatilidade do avançado do Celta causou bastantes problemas à última linha do Málaga. Os galegos entraram para dominar na segunda parte e pretendiam evitar uma reação da equipa visitante que, por outro lado, não encontrava a fórmula certa para se aproximar da baliza de Radu.
Giráldez decidiu mexer na equipa: Swedberg entrou para o lugar de Hugo González (60'). Minutos depois de entrar, Swedberg esteve perto de aumentar a vantagem do Celta. O sueco falhou na finalização de um lance cara a cara que Alfonso Herrero resolveu muito bem.
Jutglà desperdiçou um remate quase sem oposição aos 66'. O Málaga, nesse momento, conseguiu respirar. Puga e Adrián Niño entraram para os lugares de Dani Lorenzo e Izan Merino. A entrada de Niño, em particular, trouxe algo diferente à equipa andaluza.
Precisamente, foi Niño quem garantiu o ponto para os andaluzes (84'). O avançado finalizou um canto e marcou com um excelente remate.
Com o golo do Málaga, o jogo partiu-se: tanto o Celta como a equipa visitante tiveram oportunidades. A mais clara foi de Iago Aspas (88'). O avançado do Celta esteve muito perto do golo numa excelente jogada que passou junto à baliza de Alfonso Herrero.

