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Liga Portugal: Bruno Pinheiro diz que é "ótimo jogar em casa”, Tiago Margarido lamenta infelicidade

Bruno Pinheiro, treinador do Académico de Viseu
Bruno Pinheiro, treinador do Académico de ViseuPAULO NOVAIS/LUSA.

Declarações em conferência de imprensa após o jogo Académico de Viseu – Vitória SC (2-1), da sexta jornada da Liga Portugal, disputado este domingo no Estádio do Fontelo, em Viseu.

Recorde as incidências da partida

Bruno Pinheiro (treinador do Académico de Viseu):

“Foi um jogo entre duas equipas que quiseram muito ganhar, e onde o Vitória acabou por controlar mais o jogo com bola, mas os meus jogadores estão de parabéns pela forma como reagiram. Acabámos por saber explorar isso e tivemos três ou quatro bolas, a jogar nas costas da defesa adversária, que poderiam ter dado golo.

Estou muito satisfeito com a minha equipa. Podemos não ser os melhores do mundo a jogar, nem ter o melhor treinador, mas temos uma alma e uma vontade muito grande, e somos uma equipa que sofre quando tem de sofrer e sabe jogar quando o podemos fazer.

Senti que precisa de refrescar porque o Robinho e o André Clóvis já sentiam algumas dificuldades e acabou por resultar (fazer substituições no final), porque conseguimos chegar à vitória com o golo do Bouldini.

Tínhamos muita vontade de ter um momento de alegria em casa com os nossos adeptos, que já mereciam, e foi incrível o que senti nas bancadas nos momentos dos golos e após o apito final, foi tremendo. Parabéns aos nossos adeptos, assim é mesmo ótimo jogar em casa”.

Tiago Margarido (treinador do Vitória SC): 

“Parabéns ao Académico de Viseu que fez um jogo competente. Criou-nos algumas dificuldades no nosso momento de pressão, mas no geral penso que o Vitória teve sempre mais ascendente no jogo. Procurámos fazer um jogo sempre ligado, de trás para a frente, e criar envolvimento junto à área adversária, e penso que o conseguimos. No final o jogo partiu e poderia dar para um lado ou para o outro, e acabámos por ser infelizes com o golo nos instantes finais.

Estamos numa fase em que parece que por muito que se tente a bola não entra, e quando o adversário vai lá, e hoje foi lá duas vezes, sofremos dois golos. Tivemos um lance isolado do Samu que não marcou, uma bola no poste do Gustavo Silva, mas pronto, não quero estar sempre a dizer o mesmo. Há que trabalhar.”.

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