Acompanhe aqui as incidências e o relato do encontro
Mau tempo: "Acho que, de maneira nenhuma, é normal. Não podemos prever o que pode acontecer com a natureza. No Mundial de Clubes aconteceu o mesmo, por isso é só adaptar".
Planeamento: "Estamos preparados. As duas semanas em Portugal foram o continuar de toda a época. Estamos prontos e vamos estar prontos no dia 17.
Presença nos convocados: "Já tinha isso em mente. Precisava de muitos minutos na minha equipa para ter oportunidade. Em todos os estágios tentei dar o melhor. É um sonho para todos nós estar aqui. Estou muito feliz e vou dar o máximo".
Mais lateral ou mais médio? "Sinto os dois. Estou confortável nas duas posições, estou mais do que habituado. Também já joguei a extremo esquerdo e sinto-me confortável. Não tenho preferência neste momento".
Seleção com cinco laterais: "Isso é opção do míster. Temos jogadores muito versáteis, que podem jogar em várias posições. Temos de estar todos preparados".
Aprendizagens do Mundial de Clubes para o Mundial-2026: "É mais em termos de coisas inesperadas. Temos de estar preparados. Ontem aconteceu no treino, pode acontecer no jogo. Se tivermos de esperar 15 ou 30 minutos, temos de esperar".

Biografia de Diogo Jota: "Comecei a ler o livro no voo para cá. É por curiosidade minha, para descobrir coisas que não sabia. Já descobri detalhes do que aconteceu. Não vou comentar, porque fica para mim. A carreira do Diogo foi de superação e todos podemos tirar ilações disso. Foi uma carreira bonita e de muito sucesso. Tenho a certeza de que ele olha por nós e carregamo-lo nos nossos corações e no pulso".
Resultados inesperados neste Mundial: "Sabemos que o Campeonato do Mundo é uma competição rápida e, quando jogamos com todas as seleções, todas têm qualidade. Na teoria podem ser mais fracas no papel, mas no jogo tudo pode acontecer".
Do Ericeirense para o Mundial: "Não imaginava, mas sempre sonhei que pudesse acontecer. Trabalhei muito. Tenho muito orgulho no meu percurso, sempre trabalhei à procura de ser melhor, com a ajuda de amigos e familiares. Muito do que sou é por eles. Sinto-me muito realizado. Estou feliz, mas quero ganhar. Vamos trabalhar para isso".
O simbolismo do número 6: "Pode dizer muita coisa, mas pode não dizer nada. Temos de estar preparados para dia 17 e depois vemos como vai ser no final".
Elogios e críticas de Pep Guardiola: "É como tudo na vida. Num fim de semana somos os melhores do mundo, depois na quarta já não somos bons o suficiente. Tento lidar de forma equilibrada. A crítica faz parte do trabalho. Somos todos profissionais e temos de lidar com isso. Temos de nos focar no nosso dia a dia".
O que viu deste Mundial? "Ainda não vi nenhum jogo completo. Daquilo que vi, jogos bonitos, atmosferas e ambientes bonitos e especiais. É um prazer estar aqui. Temos de tirar ilações dos nossos treinos e jogos".
Perspetiva pessoal para o Mundial: "Tentar aproveitar ao máximo. Diria que o Mundial é a competição mais bonita que há no mundo. Estamos a representar o nosso país. Jogamos por 10 milhões. O sentimento que quero ter no final é orgulho. Seria muito bom sair com o título, mas, se não sairmos, sentirmos que saímos de cabeça levantada e fizemos tudo".
Cristiano Ronaldo: "Sentimos orgulho. É um grande prazer viver este Mundial com ele, que também é muito especial para ele".

Ausência de Rúben Dias do treino: "Obviamente que queremos que esteja presente. É muito importante, tem muita importância para a nossa seleção. É um dos líderes, dentro e fora do balneário. Espero que esteja bem".
Idas à praia: "Já era parte do plano de trabalho, para fazer adaptação ao clima. Passo o ano inteiro em Manchester e não faz tanto calor. É uma diferença brutal. Fazia parte do plano, para adaptar ao clima e ao sol. Não faz sentido criar essa polémica em torno disso".
Final Portugal-Brasil? "Para mim seria especial. Eu quero é estar na final, contra quem for. Mas seria especial, claro. Diria que foi muito difícil tomar a decisão de escolher Portugal. Sinto-me igual. Sou português e brasileiro. Mas devo muito mais a Portugal no futebol. Foi onde vivi o período em que comecei a jogar futebol a sério e que me deu oportunidades. Tenho muito orgulho por ter escolhido Portugal".
Família torce por quem? "Tem de perguntar a eles. Os meus familiares no Brasil iam torcer pelo Brasil, a minha mãe ia torcer por Portugal. A minha mãe, quando eu estava para escolher, teve uma opinião muito vincada, que era a seleção que eu devia escolher".
Ligação com o Brasil: "Laço muito forte. Sempre que tenho tempo, vou lá. Nos últimos quatro anos fui lá três vezes. Costumo ir ao Rio. Tenho muita família a morar lá. Tento visitar a minha irmã. Os laços continuam, muitos amigos no Rio de Janeiro que vêm ver jogos. Amo a cultura, a minha mãe está sempre a fazer comida brasileira. Tal como os laços que tenho com Portugal. Sinto que sou metade, metade".
Jogar com Cristiano na seleção: "Nunca me imaginei a jogar com Cristiano. Há 10 anos estava a jogar na 6.ª divisão, por isso não. Para nós é uma honra grande. Não preciso de falar da grande figura que é, estamos felizes. Se pudermos ganhar o título, seria algo grande".
