O novo carro da equipa alemã, denominado W17 (por ser a 17.ª temporada desde o regresso da marca à F1 em 2010), mantém a tradicional cor prateada, combinada com preto e um toque de turquesa, em homenagem ao seu patrocinador principal, a petrolífera malaia Petronas.
O cinzento, no entanto, está bastante mais claro esta época, provavelmente para se distinguir do seu rival alemão Audi, que apresentou na terça-feira uma decoração em cinzento escuro para o primeiro monolugar da sua história a competir na F1.
As emblemáticas estrelas da Mercedes estão visíveis no capot do motor do W17, considerado um dos principais candidatos ao título nesta temporada marcada por grandes mudanças tecnológicas.
Os monolugares de 2026 vão, de facto, sofrer grandes alterações em relação aos dos últimos anos, pois terão de cumprir um novo regulamento técnico que os tornará mais pequenos e leves. O motor, já híbrido desde 2014, também vai ser alterado, com um aumento do contributo da energia elétrica e a utilização de combustíveis denominados "100% sustentáveis".
"A Fórmula 1 vai passar por mudanças significativas em 2026 e estamos preparados para esta transição. O novo regulamento exige inovação e um empenho total em todas as áreas ligadas ao desempenho. O nosso trabalho no novo monolugar e o desenvolvimento do nosso motor refletem esta abordagem", afirmou em comunicado Toto Wolff, o chefe de equipa da Mercedes.
Tal como as outras dez equipas de F1, este novo carro, que continuará a ser conduzido esta temporada pelo britânico George Russell e pelo jovem italiano Andrea Kimi Antonelli, vai estrear-se em pista na próxima semana, durante testes privados no circuito de Barcelona-Catalunha.
