Três dias antes do Grande Prémio do Japão em Suzuka, terceira prova do Campeonato do Mundo, Norris demonstrou a sua "confiança" na equipa McLaren, que conquistou o título de construtores em 2024 e 2025.
O piloto britânico sagrou-se campeão do mundo no ano passado, ao fim de uma temporada repleta de suspense, em que o tetracampeão mundial, o neerlandês Max Verstappen (2021-2024), terminou dois pontos atrás dele.
Norris está, neste início de época, a 36 pontos do líder, o seu compatriota George Russell (Mercedes), após dois Grandes Prémios em Melbourne (Austrália) e em Xangai (China) em março.
Nem ele, nem o seu colega australiano Oscar Piastri conseguiram alinhar à partida na China, devido a "problemas técnicos" no motor, que este ano é metade elétrico, metade térmico.
O modelo de McLaren de 2026, sujeito como todos os outros monolugares a um novo regulamento técnico para motores e chassis, tem "muito potencial", garantiu Norris com a sua habitual voz calma e um largo sorriso.
"O objetivo é primeiro voltar ao pódio e depois voltar a vencer corridas", prometeu o jovem conhecido pela sua serenidade.
"Sinto a equipa muito bem e penso que temos condições para ter o melhor carro este ano", reforçou Norris, cujo diretor de equipa, o italiano Andrea Stella, tinha afirmado a 15 de março estar "desolado" pelo fiasco na China.
Norris admitiu esta quinta-feira que as avarias em Xangai "custaram muito".
"Mas trabalhámos arduamente para perceber o que aconteceu e vamos obviamente fazer tudo para que não volte a acontecer", concluiu.
O GP de Suzuka, pequena cidade a 375 km a sudoeste de Tóquio, que celebra este ano a sua 40.ª edição, é um dos favoritos dos pilotos e atrai dezenas de milhares de adeptos pelo seu traçado exigente, composto por retas, curvas e viragens muito rápidas.
