Max Verstappen não atravessa a sua melhor fase. O tetracampeão ocupa a 9.ª posição na classificação de pilotos e tem-se queixado bastante do novo regulamento. No entanto, nas suas últimas declarações, revelou que o facto de estar longe dos seus é o que mais o faz ponderar abandonar a categoria rainha do automobilismo.
"Em privado estou muito satisfeito. Também se espera 24 corridas, desta vez são 22, mas normalmente são 24... E então questiona-se se vale a pena. Divirto-me mais a estar em casa com a minha família? Divirto-me mais a ver os meus amigos quando não estou a competir?", afirmou o neerlandês.
Para ele, a vertente desportiva é a menos relevante: "Aceito facilmente estar na 7.ª ou 8.ª posição, onde estou, porque também sei que não se pode dominar, nem ficar sempre em primeiro, nem em segundo, nem nada do género, a lutar pelo pódio em todas as corridas. Sou muito realista nesse aspeto e já passei por isso, não só me calhou ganhar na F1", disse.
"Mas ao mesmo tempo, quando se está na 7.ª ou 8.ª posição e não se desfruta da Fórmula 1 que está por trás, não é natural para um piloto. Claro que tento adaptar-me, mas não é agradável a forma como se tem de correr. É verdadeiramente anti-piloto, chega a um ponto em que, sim, simplesmente não é aquilo que quero fazer", concluiu.
