“A batalha foi bonita. Ele (Pedro Acosta) esteve muito perto de mim na última volta, acho que estamos muito igualados. Hoje demos um passo em frente como a moto, não para ser mais rápido, mas para pilotar de uma forma mais cómoda”, analisou Alex Márquez, que já garantiu o segundo lugar no Mundial 2025 da classe rainha de motociclismo de velocidade.
Para a corrida agendada para domingo, o irmão do campeão em título, Marc Márquez (Ducati), que assegurou matematicamente o cetro de 2025 e é um dos grandes ausentes em Portimão, vai partir do quinto lugar, pelo que a luta pela vitória final “vai depender muito da saída na primeira volta e das primeiras curvas”.
O italiano Marco Bezzechi (Aprilia), detentor da pole position, com o tempo de 1.37,556 minutos, batendo o espanhol Acosta por 0,150 segundos, com o francês Fabio Quartararo (Yamaha) a ficar em terceiro, a 0,304, ainda tentou lutar com os dois rivais “mais rápidos” no dia de hoje na sprint, contudo teve de contentar-se com o último lugar do pódio.
“Quis estar no grupo da frente, mas o Álex Márquez e o Pedro Acosta foram melhores do que eu. Tentei entrar na luta, mas eles estavam mais rápidos. Tenho que continuar a trabalhar para amanhã (domingo) dar mais um passo em frente, mas ficar no pódio é sempre bom”, comentou.
Já Quartararo ficou à beira da terceira posição e reconheceu que Márquez, Acosta e Bezzecchi apresentaram um nível mais alto, porém, defendeu que teve um bom segundo dia no traçado de Portimão.
“Eu considero que o ritmo foi bom na primeira volta da corrida sprint, mas os três primeiros pilotos foram melhores. Eu tentei puxar ao máximo, principalmente nas últimas voltas. Dei o meu melhor e acho que o dia foi bom, tendo em conta o dia de ontem (sábado)”, declarou o campeão em Portimão em 2021 e 2022.
No dia de hoje, o português Miguel Oliveira (Yamaha) concluiu a corrida sprint na 16.ª posição, sendo que irá partir do 19.º lugar para a corrida principal do 21.º dos 22 Grandes Prémios do ano, a disputar no domingo, a partir das 14:30.
