O carro do piloto de Coimbra, que fez equipa com Ricky Taylor e Will Stevens, apresentou uma pressão dos pneus abaixo do limite regulamentar, que ditou a desclassificação imediata.
“Temos vindo a melhorar a performance de forma significativa e o pódio soube a vitória. Estava contente com todo o trabalho, mas ver esse resultado anulado devido a essa irregularidade deixou-me muito triste. Fomos do céu ao inferno, até porque essa falha regulamentar em nada nos beneficiou, mas regras são regras e devíamos ter cumprido”, explicou o piloto luso.
Filipe Albuquerque admitiu que o resultado “é frustrante e que mais uma vez parece que as coisas não estão alinhadas” a seu favor. “A equipa irá agora analisar internamente os dados para garantir que estas discrepâncias técnicas não se repitam nas próximas etapas da temporada”, disse Filipe Albuquerque.
A prova foi ganha pelo Porsche de Felipe Nasr, Julien Andlauer e Laurin Heinrich.
Já Manuel Espírito Santo, acompanhado pelos seus colegas de equipa Chris Cumming e Pietro Fittipaldi, concluiu estas 12 Horas de Sebring na nona posição da sua categoria, a LMP2, a segunda mais importante da prova.
“Todos sabemos que Sebring é sempre uma das provas mais duras do calendário e hoje voltou a prová-lo. Estivemos muito fortes na primeira metade da corrida, a lutar pelo top 4 e com os olhos postos no pódio. Infelizmente, a penalização e a perda de ritmo quando a temperatura baixou durante a noite impediram-nos de manter essa posição”, explicou o piloto português.
A próxima corrida disputa-se a 17 e 18 de abril, em Long Beach.
