A atleta do Sporting, de 29 anos, foi a última portuguesa a competir na jornada matutina dos Mundiais indoor, com o oitavo e último lugar na terceira série, sem melhorar o seu recorde pessoal (8,16) ou a melhor marca do ano (8,18).
“Agora fiquei um bocadinho triste. Senti que não tinha sido a minha melhor corrida de sempre, mas, depois de cortar a meta, apareceu no ecrã 8,11, ainda fiquei com expectativa. Foi o que deu, nos meus primeiros Campeonatos do Mundo”, lamentou a Jéssica Barreira.
A penúltima portuguesa a estrear-se na 21.ª edição dos Mundiais Torun-2026, antes de Gerson Baldé disputar a final direta do salto em comprimento, não escondeu o desânimo, apesar de realçar o feito de estar presente numa competição destas, após uma época atribulada.
“Tive duas lesões complicas, que me fizeram perder toda a época passada. Poder estar aqui hoje é um motivo de grande orgulho”, vincou, prometendo, em conjunto com o seu treinador, José Uva, preparar as provas combinadas (pentatlo e heptatlo), sem apostar na especialização nas barreiras.
O apuramento para as semifinais estava reservado para as três primeiras de cada série e para as seis mais rápidas entre as restantes, tendo a canadiana Sienna MacDonald sido a última repescada, com o tempo de 8,03 segundos.
