McEvoy superou a marca de 20,91, que tinha sido obtida pelo brasileiro César Cielo há mais de 16 anos (18 de dezembro de 2009), nos campeonatos brasileiro e quando os nadadores usaram os fatos de poliuretano.
No final de 2009, a Federação Internacional de Natação (FINA), atualmente World Aquatics, proibiu o uso de fatos poliuretano e neoprene em competições oficiais, devido à vantagem que ofereciam, com redução do atrito e aumento da flutuabilidade.
Em Shenzhen, na China, McEvoy pulverizou a sua melhor marca nos 50 metros (21,06), batendo na competição o norte-americano Jack Alex (21,57) e o também australiano Kyle Chalmers (22,01).
No Instagram, o brasileiro César Cielo deu os parabéns ao seu sucessor, considerando “incrível”, numa publicação a que McEvoy respondeu ter tido no brasileiro um modelo a seguir.
“Se vi mais longe do que os outros, foi por estar sobre os ombros de gigantes, e tu, meu amigo, és um gigante neste desporto”, disse o australiano
McEvoy, de 31, apelidado de professor, é o campeão olímpico em título nos 50 metros livres, medalha conquistada em Paris-2024.
