Assim que a cantora iniciou os primeiros versos da canção, vaias pontuais e em bloco puderam ser ouvidas em diferentes setores do estádio. Embora o volume geral dos adeptos brasileiros, somado à festa e à empolgação com o evento, tenha acabado por abafar o barulho no local e impedido que o protesto ganhasse proporções maiores, a receção não passou despercebida por quem acompanhava a transmissão.
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Nas redes sociais, o episódio acendeu uma onda de indignação entre adeptos nos Estados Unidos. Diversos usuários classificaram a atitude do público brasileiro como "desrespeitosa" e "desnecessária", argumentando que a tradição desportiva exige neutralidade durante os hinos nacionais.
No entanto, o tom de parte das críticas subiu rapidamente. Em fóruns e plataformas como o X (antigo Twitter), comentários mais agressivos dispararam ofensas diretas ao Brasil, referindo-se à nação de forma pejorativa como "país de terceiro mundo" e questionando o movimento da NFL de expandir as suas partidas para o mercado sul-americano.
A NFL não se pronunciou oficialmente sobre o tema. Apesar da polarização no ambiente virtual, o evento seguiu o seu cronograma sem interrupções ou incidentes de segurança nas bancadas, mantendo o clima de celebração desportiva ao longo da partida.
