“O internacional português destacou-se sempre pela sua qualidade em campo e pelo exemplo que deixa nas gerações mais novas, pela sua história de superação e profissionalismo, sendo reconhecido e admirado pelos adeptos de todos os clubes que representou, na sua notável carreira, brutalmente interrompida aos 28 anos”, referiu o emblema da Luz.
Na mesma nota, o Benfica refere o internacional luso como “um dos mais destacados jogadores da atualidade”, um internacional que esteve em conquistas da seleção, “um digno representante do futebol nacional”, que deixa uma “marca indelével”.
Também o bicampeão Sporting sublinhou que “o mundo do futebol ficou mais pobre”, com a morte do avançado do Liverpool e André Silva, seu irmão e jogador do Penafiel, emblema da Liga Portugal 2.
Os dois grandes clubes de Lisboa endereçam as condolências à família de ambos, em “hora difícil”, sublinhando que são “perdas irreparáveis”.
O futebolista português Diogo Jota, de 28 anos, e o irmão André Silva, de 26, morreram esta madrugada, num acidente de viação na A52, em Cernadilla, Zamora, em Espanha.
Diogo Jota era jogador do Liverpool, que representava há cinco épocas e no qual venceu uma Liga inglesa, uma Taça de Inglaterra, duas Taças da Liga e uma Supertaça.
Na seleção portuguesa, Diogo Jota somou 49 internacionalizações, tendo conquistado duas Ligas das Nações.
Depois da formação no Gondomar e no Paços de Ferreira, o avançado representou por uma época o FC Porto, por empréstimo do Atlético de Madrid, sendo depois cedido ao Wolverhampton, no qual esteve três temporadas.
