O caso de La Araña e do Atlético de Madrid, que ainda terá mais um capítulo com a queixa apresentada à FIFA pelo clube colchonero, terminou da pior forma possível para o Barcelona e para o jogador argentino, que sonhava mudar-se para a Catalunha.
Perante a decisão inamovível do Atleti de não vender Julián Álvarez ao clube catalão, Laporta, Deco e Hansi Flick não tiveram alternativa senão procurar outras opções no mercado para encontrar o tão desejado substituto para Robert Lewandowski. E foi aí que surgiu a hipótese de Gabriel Jesus.
O brasileiro tinha contrato com o Arsenal até 2027 e, depois de inúmeros problemas físicos, incluindo uma grave lesão no joelho em 2025, Arteta deixou de lhe dar espaço no onze habitual nos últimos anos. Por isso, não colocou qualquer entrave à saída do avançado, que apenas marcou três golos em 14 jogos da Premier na época passada e outros três em 17 na anterior.

A transferência de Gabriel Jesus para o Barcelona ficou fechada por um valor fixo de 10 milhões de euros mais outros quatro em variáveis por desempenho e objetivos. Agora, depois de já ter recebido luz verde do departamento médico após a respetiva avaliação, vai colocar-se de imediato às ordens de Flick para começar a lutar por um lugar numa equipa em que Raphinha, assumindo-se como referência ofensiva, tem correspondido na perfeição.
Resta saber se, em boa forma, o novo reforço conseguirá reclamar o papel de 9 titular ou se ficará como opção de banco, com o seu compatriota a adaptar-se a essa nova posição.
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