"O acesso a estes Jogos deve ser acessível e inclusivo", garantiu Casey Wasserman durante uma breve cerimónia simbólica de acendimento da pira do emblemático Coliseu.
Cerca de 300 antigos atletas olímpicos e paralímpicos reuniram-se para a ocasião em frente ao recinto centenário, que vai receber pela 3.ª vez os Jogos Olímpicos depois de 1932 e 1984. O início da cerimónia de abertura e as provas de atletismo vão decorrer ali.
A bilheteira abre esta quarta-feira com uma fase de registo, antes de um sorteio para atribuição de janelas de compra a partir de abril. Os organizadores prometeram no total um milhão de bilhetes a 24 euros, o preço de entrada, para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. "Cerca de um terço dos lugares vai custar menos de 90 euros", acrescentou o Sr. Wasserman.
"Assistir aos Jogos aqui em 1984, quando tinha 12 anos, foi uma enorme fonte de inspiração. Tornar os bilhetes acessíveis para todos aqui em Los Angeles vai permitir inspirar os mais jovens", afirmou à AFP a tetracampeã olímpica de natação Janet Evans, responsável pelos atletas da organização LA28.
Os organizadores dos Jogos de Paris em 2024 foram alvo de fortes críticas devido aos preços dos bilhetes. Os mais baratos, vendidos a 24 euros, esgotaram rapidamente.
A FIFA também tem sido criticada por associações de adeptos que consideram "exorbitantes" os preços praticados para o Mundial-2026, cujos 8 jogos vão ter lugar em Los Angeles. Os bilhetes mais acessíveis, que representam uma percentagem mínima do total, começam nos 52 euros.
