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“Começamos a ir a certos detalhes, a certas coisas que vamos trabalhar durante a época. O que sinto deste grupo é que é como uma esponja: eles gostam de aprender, absorvem, são ávidos de informação. Depois, cabe-nos ter cuidado na informação que passamos”, explicou o treinador, em conferência de imprensa de antevisão à deslocação dos tricolores ao Funchal.
Pepa considerou que para continuar invicta no campeonato – soma dois empates (ambos por 2-2), e teve a partida frente ao SC Braga, referente à 3.ª jornada, adiada – o Estrela da Amadora deve manter-se equilibrada em todos os momentos do jogo.
“Temos de manter sempre o equilíbrio. Não é fácil, mas é algo que queremos melhorar a cada jogo. Isso cresce com o jogo”, disse.

O treinador de 45 anos mostrou-se convicto de que a experiência acumulada por alguns dos seus comandados, que já defrontaram o Nacional e conhecem as particularidades de competir no recinto dos insulares, o Estádio da Madeira, constitui um ponto a favor.
“Alguns jogadores sabem o que é a Madeira e o Funchal e isso também é muito bom. São pequenas ‘coisinhas’ que por vezes passam ao lado, mas são detalhes", focou ainda.

No que respeita a eventuais alterações proporcionadas pelo mercado de transferências, Pepa assumiu querer contar com mais um ponta de lança e manifestou o desejo de não perder nenhum dos jogadores que atualmente tem ao dispor. “É um grupo que não está fechado. Não ia falar sobre isso… por mim não sai ninguém”, transmitiu o técnico.
Para este jogo, o conjunto da Reboleira apresenta um plantel praticamente na sua máxima força, registando apenas Kevin Hoog Jansson em dúvida para a partida e na fase final da recuperação a um problema físico.
O Estrela da Amadora, 11.º classificado, com dois pontos, visita no domingo o Nacional, oitavo, com quatro, a partir das 15:30, no Estádio da Madeira, no Funchal.
